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O sonho é produzir em áreas cada vez menores, com maior produtividade/m² ou m³, em ciclos
mais curtos, com melhor controle de parâmetros, com menor risco de enfermidades,
reciclando a água, com maior quantidade de despescas / ano (giro do capital), gastando menos
com logística, oferecendo maior frescor, com previsibilidade de produção, etc.. Este tempo já
está acontecendo! O cultivo em estufa com bioflocos, está revolucionando a forma de
produzir.

Países como a Noruega, Emirados Árabes, China, Estados Unidos, Rússia (entre outros), estão
investindo no conhecimento do cultivo indoor, em grandes volumes.
No Brasil, multiplicam-se cada vez mais os cultivos em estufa com bioflocos, formando uma
maior geração de iniciantes, com resultados promissores, levando o cultivo próximo das áreas
de consumo, para uma distribuição regional. É só a ponta do iceberg!




A exportação de tilápia é um negócio crescente no País. Segundo os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), a venda de filés de tilápia ao exterior chegou a 244,9 toneladas nos primeiros quatro meses do ano de 2016, gerando uma receita de quase US$ 2 milhões. O kg do filé foi vendido, em média, a US$ 7,87 no primeiro quadrimestre.

Em todo o ano passado, foram exportadas 131 toneladas, com um faturamento de US$ 1,04 milhão e custo médio de US$ 7,92 o kg. Em torno de 99% das vendas foram direcionadas aos Estados Unidos, enquanto apenas 427 kg foram adquiridos pela França.

Pesquisadores da NASA criaram filés mergulhando músculos de peixe em soro bovino fetal, um processo usado pelos fabricantes de carne sintética também. Outra empresa, New Wave Foods, está tentando criar camarão sintético usando algas vermelhas.